
Todos nós somos vencedores. Todos nós somos bonitos. Todos nós nos orgulhamos daquilo que conseguimos conquistar. O ser humano sempre busca se aperfeiçoar, se embelezar, e ganhar mais conhecimento.
Gostamos da pessoa que nós somos e gostamos do que as outras pessoas acham que nós somos. É uma batalha árdua, cotidiana, sem fim. Sempre temos que mostrar para os outros qualidades, aspectos positivos e conquistas pessoais. Não há escapatória.
Como aquele exemplo bem batido. Do que adianta ficar com uma mulher bonita se não pode comprovar?
Assim nós somos com tudo. Se comprarmos um relógio novo, usamo-lo em situações propícias. Ganhamos uma promoção no trabalho, vamos comemorar. Vencemos do time rival e lá vamos nós para a rua com o nosso uniforme.
A estima também é formada por tribos. Mas uma coisa em comum é que todos somos muito individualizados, voltados para si próprios.
Gostamos da pessoa que nós somos e gostamos do que as outras pessoas acham que nós somos. É uma batalha árdua, cotidiana, sem fim. Sempre temos que mostrar para os outros qualidades, aspectos positivos e conquistas pessoais. Não há escapatória.
Como aquele exemplo bem batido. Do que adianta ficar com uma mulher bonita se não pode comprovar?
Assim nós somos com tudo. Se comprarmos um relógio novo, usamo-lo em situações propícias. Ganhamos uma promoção no trabalho, vamos comemorar. Vencemos do time rival e lá vamos nós para a rua com o nosso uniforme.
A estima também é formada por tribos. Mas uma coisa em comum é que todos somos muito individualizados, voltados para si próprios.
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